sábado, 20 de setembro de 2008

Ilusão e sagrado

Nosso tempo, sem dúvida . . . prefere a imagem à coisa, a cópia ao original, a representação à realidade, a aparência ao ser. . . O que é sagrado para ele, não passa de ilusão, pois a verdade está no profano. Ou seja, à medida que decresce a verdade a ilusão aumenta, e o sagrado cresce a seus olhos de forma que o cúmulo da ilusão é também o cúmulo do sagrado.
(Feuerbach. Prefácio à segunda edição de "A Essência do Cristianismo". In: DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo)

Um comentário:

A disse...

o contrário disso é logos.