Quando disse que o amor era coisa que tínhamos e dávamos, cabendo ao destinatário aceitá-lo ou não, o querido Rafael Craice (o padrinho) me corrigiu defendendo que o amor se empresta. Segundo ele, cultivamos o amor e o oferecemos emprestado; a pessoa aceita ou não. Mais: se temos pouco, pouco amor temos a oferecer e mais queremos emprestado. Se temos muito, muito podemos oferecer e pouco pedimos emprestado.
Concordo, Rafa.
Um comentário:
"o padrinho"... parece codinome de mafioso. gosto disso. hahaha. =P
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