quinta-feira, 6 de novembro de 2008

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Pela centésima vez escrevo alguma coisa aqui achando, pela centésima vez, que valha a pena alguém ler aquilo. Nem que "alguém" signifique os poucos que habitualmente vêm por outras vias (que não esta) dizer que pararam pra pensar, ao menos por uns segundos, no texto que postei.
Antes de criar este mundo paralelo, me perguntei muito se eu escreveria algo que alguém quisesse ler. Ou se alguém quisesse saber o que se passa na minha cabeça. Ou se o que anda tirando meu sono tira o de outrem. Ou se o que achei interessante, importa a outra pessoa.
Sinceramente, depois desta centena de vezes, ainda não tenho uma resposta. Às vezes acho que as minhas questões, simplesmente por serem humanas, são as questões de outros também. Mas algumas vezes acho que o aqui dentro não interessa a ninguém.
Mesmo assim, como disse Clarice (há uns posts atrás), quem escreve não quer mudar nada. Só se quer desabrochar mesmo...

Um comentário:

Malu Ortolan disse...

ahh sua boba, você sabe que é a minha amiga que eu conversei por um dia e que nunca mais esqueci, né!
e eu venho sempre no seu blog viu ^_^

e as nossas questões são tão humanas que as vezes achamos qeu somos tão iguais, tão normais... ai vem uma luz, uma força que vem e fala: ' Helllo, você escreve! você ama! você sorri! e nem todo mundo pratica isso na mesma intensidade que você '

é por isso que eu adooooooro essas vozinhas internas que levantam a gente ;)

e salve a Rainha Clarice õ//

beijos;*